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Assassinato de cachorra gera mais comoção que de jovem de periferia

O professor Vitor Blotta, pesquisador do Núcleo de Estudos da Violência da USP (Universidade de São Paulo), não acredita que as pessoas se importam mais com os animais do que com os seres humanos. “Se a violência fosse cometida contra uma pessoa de classe média, uma pessoa branca, que tem o status de maior reconhecimento na sociedade, geraria muito mais engajamento do que o caso do skatista, por exemplo”, diz.

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